Após a conclus?o de um molde de inje??o, este entra diretamente em produ??o? A resposta é, obviamente, n?o, porque existe um passo crucial - o ensaio do molde. Antes da moldagem por inje??o de um novo molde ou quando uma máquina passa a produzir outros moldes, o ensaio do molde é uma parte essencial. A qualidade dos resultados do ensaio do molde terá um impacto direto na fluidez da produ??o subsequente.
O que é um ensaio de moldes?
Simplificando, um ensaio de molde é a etapa de teste de moldagem por inje??o realizada no processo de desenvolvimento e fabrico do produto após a conclus?o do molde, mas antes da produ??o em massa.
A maioria defeitos em produtos moldados s?o causadas durante as fases de plastifica??o e inje??o, mas por vezes também est?o relacionadas com uma conce??o incorrecta do molde. Os possíveis factores de influência incluem: o número de cavidades, a conce??o do molde sistema de canal frio/quente, O tipo, a posi??o e o tamanho do port?o, e a estrutura do próprio produto. Por conseguinte, para evitar defeitos do produto causados pela conce??o do molde, é necessário analisar a conce??o do molde e os par?metros do processo aquando do fabrico do molde.
A conce??o incorrecta do molde provoca frequentemente defeitos no produto final. Por conseguinte, antes de modificar o molde, é normalmente realizado um ensaio e uma avalia??o do molde para otimizar a conce??o do molde e os par?metros do processo. Desta forma, evitam-se erros desnecessários, obtém-se o dobro do resultado com metade do esfor?o e cumprem-se os requisitos de alta qualidade da produ??o em massa.
Porque é que precisamos de um ensaio de moldes?
? impossível avaliar a qualidade da conce??o e do fabrico de moldes de plástico a olho nu. Geralmente, um molde n?o é utilizado imediatamente como produto final porque pode apresentar defeitos após a produ??o. Estes defeitos n?o podem ser totalmente evitados antes do fabrico, e podem surgir problemas durante o fabrico que n?o foram detectados anteriormente. Por conseguinte, é necessário um ensaio do molde, seguido de análise, avalia??o e otimiza??o das amostras de ensaio para cumprir os requisitos de alta qualidade.
Depois de obter os resultados do ensaio do molde, o operador normalmente precisa de avaliar o molde para evitar custos e tempo desnecessários durante a modifica??o. Na maioria dos casos, esta avalia??o também inclui a defini??o dos par?metros do processo da máquina. Ou seja, para compensar as deficiências no projeto do molde, o operador pode, sem saber, definir par?metros incorretos. Neste caso, a opera??o de produ??o do equipamento n?o é normal porque a gama de defini??es dos par?metros necessários para produtos qualificados é muito estreita. Qualquer ligeiro desvio nas defini??es pode fazer com que a qualidade do produto final fique muito fora do intervalo de erro admissível. O custo de produ??o real resultante desta situa??o é frequentemente muito mais elevado do que o custo da otimiza??o prévia do molde.
O objetivo do ensaio do molde é encontrar par?metros de processo e conce??o do molde optimizados. Isto assegura um ambiente de produ??o em massa estável e contínuo, mesmo que factores como o material, as defini??es da máquina ou o ambiente mudem, em vez de se limitar a produzir uma boa amostra. Isto é crucial.
Passos básicos para um ensaio de moldes
1. Definir a temperatura do tambor.
O ajuste inicial da temperatura do cilindro deve seguir a recomenda??o do fornecedor do material, porque diferentes fornecedores e diferentes graus do mesmo material podem ter diferen?as consideráveis. O fornecedor tem frequentemente um conhecimento profundo do seu material. Os utilizadores podem seguir as suas recomenda??es para as defini??es básicas e, em seguida, fazer o ajuste fino com base nas condi??es de produ??o reais.
Além disso, deve ser utilizado um detetor para medir a temperatura real de fus?o, uma vez que a temperatura definida para o cilindro difere frequentemente da temperatura de fus?o devido a factores ambientais, tipo de sensor de temperatura e profundidade. Por vezes, devido a contamina??o por óleo ou outras raz?es, a temperatura real de fus?o e a temperatura definida para o cilindro diferem muito.
2. Definir a temperatura do molde.
Da mesma forma, o temperatura do molde deve seguir o valor recomendado pelo fornecedor do material. A temperatura do molde refere-se à temperatura da superfície da cavidade do molde e n?o à temperatura apresentada no controlador de temperatura do molde. Muitas vezes, devido a factores ambientais e à sele??o incorrecta da potência do controlador de temperatura do molde, a temperatura apresentada no controlador n?o corresponde à temperatura da superfície da cavidade. Por isso, antes do ensaio do molde, a temperatura da superfície da cavidade deve ser medida e registada. Além disso, a temperatura em diferentes posi??es dentro da cavidade do molde deve ser medida para verificar se est?o equilibradas e registar os resultados para futura referência de otimiza??o do molde
3. Definir par?metros
Definir preliminarmente par?metros como volume de plastifica??o, limite de press?o de inje??o, velocidade de inje??o, tempo de arrefecimento e velocidade do parafuso com base na experiência e optimizá-los adequadamente.
4. Ensaio de enchimento no ensaio do molde
Efetuar um teste de enchimento para encontrar o ponto de comuta??o. O ponto de comuta??o refere-se ao ponto em que a fase de inje??o muda para a fase de reten??o. Pode ser baseado na posi??o do parafuso, no tempo de enchimento ou na press?o de enchimento. Este é um dos par?metros mais importantes e fundamentais no processo de moldagem por inje??o. Durante o teste de enchimento, siga estes pontos:
5. Determinar o limite da press?o de inje??o
Durante este processo, é necessário observar a rela??o entre a press?o de inje??o e a velocidade. Nos sistemas hidráulicos, a press?o e a velocidade est?o inter-relacionadas, pelo que estes par?metros n?o podem ser regulados simultaneamente para satisfazer as condi??es pretendidas. A press?o de inje??o definida no ecr? é o limite para a press?o de inje??o real, pelo que o limite deve ser sempre superior à press?o real. Se o limite for definido demasiado baixo, fazendo com que a press?o real se aproxime ou ultrapasse o limite, a velocidade de inje??o diminuirá automaticamente devido a restri??es de potência, afectando o tempo de inje??o e o tempo de ciclo.
6. Otimizar a velocidade de inje??o
A velocidade de inje??o deve minimizar o tempo de enchimento e a press?o de enchimento simultaneamente. Durante este processo, ter em aten??o:
- A maioria dos defeitos de superfície, especialmente perto da porta, deve-se à velocidade de inje??o.
- A inje??o em várias fases é utilizada apenas quando a inje??o simples n?o consegue satisfazer as necessidades do processo, especialmente durante os ensaios de moldes.
- Quando o molde está intacto, o ponto de comuta??o está corretamente definido e a velocidade de inje??o é suficiente, a velocidade de inje??o n?o está diretamente relacionada com a forma??o de flash.
7. Otimizar o tempo de espera
O tempo de espera é o tempo de solidifica??o do port?o. Geralmente, pode ser determinado por pesagem, definindo diferentes tempos de espera e encontrando o momento em que o peso do produto é maximizado.
8. Otimizar outros par?metros
Otimizar outros par?metros como a press?o de reten??o e a for?a de aperto.
Finalmente, o objetivo e o foco de um ensaio de molde s?o otimizar o molde e o processo para cumprir os requisitos de produ??o em massa, e n?o apenas testar uma boa amostra de produto.
Quest?es comuns em ensaios de moldes
1. Aderência ao molde no sprue:
Solu??es, por ordem:
- Polir a espora.
- Alinhe o bocal com o centro do molde.
- Temperatura do molde mais baixa.
- Reduzir o tempo de inje??o.
- Aumentar o tempo de arrefecimento.
- Verificar o aquecedor de bicos.
- Polir a superfície do molde.
- Verificar a existência de contamina??o do material.
2. Difícil eje??o da pe?a:
Solu??es, por ordem:
- Reduzir a press?o de inje??o.
- Reduzir o tempo de inje??o.
- Aumentar o tempo de arrefecimento.
- Temperatura do molde mais baixa.
- Polir a superfície do molde.
- Aumentar ?ngulo de inclina??o.
- Reduzir a folga em inser??es.
3. Fraca estabilidade dimensional:
Solu??es, por ordem:
- Alterar a temperatura do barril.
- Aumentar o tempo de inje??o.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Ajustar a contrapress?o do parafuso.
- Aumentar a temperatura do molde.
- Temperatura do molde mais baixa.
- Ajustar a quantidade de alimenta??o.
- Reduzir o rácio de tritura??o.
4. Histórias:
Solu??es, por ordem:
- Ajustar a quantidade de alimenta??o.
- Aumentar a temperatura do molde.
- Aumentar o tempo de inje??o.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Aumentar a temperatura de fus?o.
- Aumentar a velocidade de inje??o.
- Aumentar o tamanho da corredi?a e do port?o.
5. Deforma??o e empeno:
Solu??es, por ordem:
- Temperatura do molde mais baixa.
- Temperatura de fus?o mais baixa.
- Aumentar o tempo de arrefecimento.
- Reduzir a velocidade de inje??o.
- Press?o de inje??o mais baixa.
- Aumentar a contrapress?o do parafuso.
- Reduzir o tempo de inje??o.
6. Delamina??o:
Solu??es, por ordem:
- Verificar o tipo e a qualidade do plástico.
- Verificar a existência de contamina??o do material.
- Aumentar a temperatura do molde.
- Material seco.
- Aumentar a temperatura de fus?o.
- Velocidade de inje??o inferior.
- Reduzir o comprimento do port?o.
- Reduzir a press?o de inje??o.
- Mudar a posi??o do port?o.
- Utilizar um bocal com orifício grande.
7. Raias prateadas:
Solu??es, por ordem:
- Temperatura de fus?o mais baixa.
- Material seco.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Aumentar o tamanho do port?o.
- Verificar o tipo e a qualidade do plástico.
- Verificar a existência de contamina??o do material.
8. Brilho deficiente da superfície:
Solu??es, por ordem:
- Material seco.
- Verificar a existência de contamina??o do material.
- Aumentar a temperatura de fus?o.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Aumentar a temperatura do molde.
- Polir a superfície do molde.
- Aumentar o tamanho da corredi?a e do port?o.
9. Marcas de afundamento:
Solu??es, por ordem:
- Ajustar a quantidade de alimenta??o.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Aumentar o tempo de inje??o.
- Menor velocidade de fus?o.
- Temperatura do molde mais baixa.
- Aumentar a ventila??o.
- Aumentar o tamanho da corredi?a e do port?o.
- Reduzir o comprimento do corredor.
- Mudar a posi??o do port?o.
- Press?o de inje??o mais baixa.
- Aumentar a contrapress?o do parafuso.
10. Bolhas:
Solu??es, por ordem:
- Material seco.
- Temperatura de fus?o mais baixa.
- Aumentar a press?o de inje??o.
- Aumentar o tempo de inje??o.
- Aumentar a temperatura do molde.
- Velocidade de inje??o inferior.
- Aumentar a contrapress?o do parafuso.
Que consequências terá um grande número de ensaios de moldes?
O número de ensaios de moldes de inje??o afecta diretamente a eficiência da produ??o e a qualidade do produto, pelo que tem de ser controlado de forma flexível de acordo com circunst?ncias específicas. Geralmente, cerca de 3-5 ensaios s?o adequados, mas por vezes s?o necessários mais ensaios para garantir a qualidade do produto.
Além disso, o número de ensaios é também influenciado pelos seguintes factores:
- Qualidade do molde: Os moldes de alta qualidade com maior precis?o, resistência e durabilidade requerem menos ensaios.
- Processo de Moldagem por Inje??o: Os par?metros adequados do processo de moldagem por inje??o podem melhorar a eficiência dos ensaios e reduzir o número de ensaios.
- Requisitos do produto: Produtos diferentes têm requisitos de moldagem diferentes, pelo que os ensaios devem ser efectuados em conformidade.
Embora os par?metros do processo e o design dos moldes de inje??o possam ser optimizados, o custo de produ??o dos moldes de inje??o também aumentará. Se após os ensaios do molde se verificar que a estrutura do molde de inje??o n?o é razoável, s?o necessárias melhorias que, sem dúvida, excedem o or?amento. Por exemplo, alguns moldes de inje??o s?o bem concebidos, mas ainda há casos em que o processo n?o está em vigor. Quando o processo de moldagem e o modelo de molde de inje??o ideais n?o s?o seleccionados durante o ensaio, o molde pode ter um bom desempenho, mas os produtos resultantes podem n?o ser satisfatórios. Além disso, situa??es em que as propriedades físicas do plástico e do taxas de retra??o n?o s?o totalmente compreendidos s?o comuns. ? frustrante que muitas situa??es sejam insatisfatórias e, por vezes, até mesmo os moldes de inje??o tenham de ser desmantelados e refeitos.
Como reduzir o número de ensaios de bolor?
O número de ensaios de moldes para um conjunto de moldes depende de vários factores:
- Se a otimiza??o estrutural dos produtos do cliente é perfeita.
- Se a avalia??o dos desenhos do molde é exaustiva.
- Se a disposi??o da tecnologia de processamento das pe?as do molde é razoável.
- Se o controlo do processo durante o processamento do molde é adequado.
- Se os ensaios científicos s?o eficazes.
- Se o plano de melhoria para as quest?es do ensaio é estritamente eficaz.
Conclus?o
Em resumo, os ensaios de moldes s?o uma parte indispensável do servi?os de fabrico de moldes e servi?os de moldagem por inje??o. Partindo do princípio de que n?o há altera??es significativas no projeto por parte do cliente, o menor número de ensaios necessários para obter moldes de inje??o perfeitos e de alta precis?o pode, de certa forma, ser considerado como uma prova indireta da do fabricante do molde capacidades de fabrico.
Se necessitar de uma produ??o rápida de moldes ou produtos moldados por inje??o de alta qualidade, n?o hesite em contactar-nos. contactar a equipa FirstMold.









