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O que é o ?ngulo de inclina??o no projeto de moldes?

Publicado em:
16 de maio de 2024
?ltima modifica??o:
2 de fevereiro de 2026
Especialista em fabrico de moldes e fabrico de precis?o
Especializada em Moldagem por Inje??o, Maquina??o CNC, Prototipagem Avan?ada e Integra??o da Ciência dos Materiais.
o que é o ?ngulo de inclina??o
?ndice

O ?ngulo de projeto n?o é exclusivo de moldagem por inje??o. A sua import?ncia repercute-se em várias tecnologias de processo. Por exemplo, na moldagem por inje??o, o ?ngulo de inclina??o é crucial para facilitar a eje??o suave das pe?as sem causar danos. Do mesmo modo, na fundi??o injectada, O ?ngulo de inclina??o evita que as pe?as fundidas fiquem presas no molde. Ao assegurar que o molde e as pe?as moldadas n?o est?o perfeitamente paralelos, o ?ngulo de inclina??o proporciona uma ligeira conicidade que facilita a remo??o das pe?as. Este conceito estende-se à maioria dos processos de fabrico que envolvem moldes, real?ando a sua import?ncia universal.

Hoje, vamos discutir este importante conceito.

o que é o ?ngulo de inclina??o

Significado de Draft Angle

O termo ?ngulo de inclina??o refere-se ao ?ngulo projetado no molde para facilitar a remo??o da pe?a moldada. Especificamente, é o ?ngulo das superfícies moldadas na dire??o da abertura do molde.

Quem concebe o ?ngulo do projeto?

Uma vez que o ?ngulo de inclina??o se reflecte, em última análise, no molde, discute-se frequentemente se o ?ngulo de inclina??o deve ser concebido pelo engenheiro de estruturas ou pelo engenheiro de moldes. Atualmente, existem duas abordagens principais:

  • O engenheiro estrutural deve assegurar que todas as superfícies têm um ?ngulo de inclina??o durante a fase de conce??o da pe?a (exceto no caso de algumas estruturas que requerem a avalia??o do engenheiro de moldes).
  • O engenheiro de estruturas é responsável pela aplica??o de ?ngulos de inclina??o nas superfícies de aparência e nas principais superfícies de montagem, enquanto outras superfícies n?o críticas s?o deixadas para o engenheiro de moldes tratar durante conce??o do molde com base na experiência.

Ambas as abordagens têm os seus prós e contras, e a escolha deve ser feita com base na situa??o específica:

Para a primeira abordagem:

笔谤ó蝉:

  • Assegura a ausência de interferências estruturais, mantém os requisitos de conce??o para as folgas de montagem e as toler?ncias dimensionais, garantindo assim a qualidade das pe?as.
  • Poupa tempo na revis?o do DFM (Design for Manufacturability) do molde, evitando disputas de qualidade subsequentes.

Contras:

  • Requer que o engenheiro estrutural tenha uma vasta experiência em moldes; caso contrário, os ?ngulos de inclina??o projectados podem n?o facilitar uma eje??o suave.
  • Uma vez que todas as superfícies necessitam de um ?ngulo de inclina??o, a carga de trabalho do engenheiro estrutural aumenta, podendo atrasar projectos com prazos apertados.
  • As superfícies verticais originais tornam-se inclinadas após a aplica??o de ?ngulos de inclina??o, complicando as modifica??es estruturais subsequentes.
  • A adi??o de ?ngulos de inclina??o resulta em mais linhas de interferência nos desenhos de engenharia, aumentando a probabilidade de erros de anota??o.

Para a segunda abordagem:

笔谤ó蝉:

  • Poupa tempo de conce??o ao engenheiro estrutural; engenheiros de moldes experientes concebem os ?ngulos de inclina??o, assegurando normalmente uma eje??o suave.
  • Simplifica as modifica??es estruturais subsequentes e as anota??es de desenhos de engenharia para o engenheiro de estruturas.

Contras:

  • Os engenheiros de moldes podem n?o compreender totalmente os requisitos funcionais do produto, pensando apenas numa perspetiva de eje??o, possivelmente n?o cumprindo os requisitos estruturais, tais como interferências, folgas, dimens?es e resistência.
  • Aumenta a carga de trabalho do engenheiro de moldes, uma vez que normalmente remove os filetes antes de adicionar o ?ngulo de inclina??o, e depois volta a aplicar os filetes, resultando potencialmente em discrep?ncias entre os filetes novos e os originais.

Tipos de ?ngulos de inclina??o

Os ?ngulos de inclina??o podem ser classificados em ?ngulos de inclina??o da cavidade e ?ngulos de inclina??o do núcleo, que se distinguem pela linha de separa??o que separa a cavidade e o núcleo. As superfícies paralelas à dire??o de eje??o na cavidade requerem ?ngulos de estiragem do núcleo, e as do núcleo requerem ?ngulos de estiragem do núcleo. Adicionalmente, se o molde tiver núcleos laterais (elevadores e controles deslizantes), estes requerem ?ngulos de tra??o do elevador e ?ngulos de tra??o do cursor, com a dire??o da tra??o a seguir à dire??o do movimento do cursor.

Tipos de ?ngulos de inclina??o
Tipos de ?ngulos de inclina??o

A dire??o da estiragem é geralmente baseada na linha de parti??o para garantir que a maior dimens?o após a estiragem esteja próxima da linha de parti??o, facilitando a eje??o suave.

Utilizar a linha de separa??o como DATUM
Utilizar a linha de separa??o como DATUM

Porquê conceber ?ngulos de inclina??o?

Os ?ngulos de inclina??o s?o uma estrutura de processo. Teoricamente, as estruturas do produto n?o necessitam de ?ngulos de inclina??o, a menos que tal seja exigido pelo projeto. No entanto, devido às limita??es dos processos de moldagem, como a moldagem por inje??o, os produtos de plástico têm de ser removidos do molde após a moldagem e o arrefecimento. Sem os ?ngulos de inclina??o, seria muito difícil remover as pe?as de plástico do molde. Pense na dificuldade de separar bancos de plástico empilhados, que já têm um ?ngulo de inclina??o, quanto mais pe?as de plástico sem ?ngulos de inclina??o que precisam de ser retiradas do molde.

Porque é que é difícil retirar pe?as de plástico do molde sem um ?ngulo de inclina??o?

Na moldagem por inje??o, a resina fundida flui para o molde fechado e preenche a cavidade entre o núcleo e a cavidade. Os materiais termoplásticos tendem a encolher em dire??o ao núcleo do molde durante o arrefecimento, fazendo com que as pe?as de plástico adiram firmemente ao núcleo do molde. Adicionalmente, alguns plásticos podem afastar-se microscopicamente da parede da cavidade do molde, mas a maioria continuará a entrar em contacto com a parede da cavidade.

Durante a abertura do molde, quer a superfície exterior da pe?a plástica entre em contacto com a parede da cavidade, quer a superfície interior entre em contacto com o núcleo, a pe?a plástica experimenta uma resistência de atrito oposta à dire??o de eje??o. A for?a de atrito, representada por ?=?×??f=μ×Fndepende da rugosidade da superfície de contacto (?μ) e o tens?o de contra??o (??Fn), que por sua vez está relacionado com o ?ngulo de inclina??o.

A rela??o entre o atrito, a tens?o de retra??o e o ?ngulo de inclina??o
A rela??o entre o atrito, a tens?o de retra??o e o ?ngulo de inclina??o

Ao conceber um ?ngulo de inclina??o, a for?a de atrito na dire??o de eje??o ?=?×??×肠辞蝉?f=μ×Fn×肠辞蝉α diminui à medida que o ?ngulo de inclina??o ?α aumenta. Geralmente, o ?ngulo de inclina??o n?o é muito grande, pelo que a sua contribui??o para a redu??o do atrito estático é limitada.

Efeito da suc??o a vácuo em pe?as moldadas por inje??o
Efeito da suc??o a vácuo em pe?as moldadas por inje??o

A principal fun??o do ?ngulo de inclina??o é garantir que, quando a pe?a de plástico se separa do molde, já n?o entra em contacto com o molde, eliminando a fric??o. Sem um ?ngulo de inclina??o, a pe?a de plástico passaria a ter uma fric??o de deslizamento aquando da separa??o e, no caso de superfícies de alto brilho, a cavidade poderia formar um vácuo, dificultando a separa??o completa da pe?a de plástico da cavidade. O pior cenário possível é a aderência à cavidade, causando a deforma??o da estrutura do núcleo da pe?a de plástico durante a eje??o.

Vantagens dos ?ngulos de inclina??o:

Os ?ngulos de inclina??o podem por vezes criar conflitos de interesse. Os moldadores de inje??o preferem ?ngulos de inclina??o maiores para facilitar a eje??o. Os fabricantes de moldes, por outro lado, consideram a maquina??o de todas as superfícies da cavidade e do núcleo com ?ngulos uma tarefa difícil, uma vez que complica características simples que poderiam ser maquinadas com equipamento mais simples e custos mais baixos. Os projectistas de produtos podem considerar que os ?ngulos de inclina??o complicam o design da pe?a e alteram o seu aspeto.

Apesar destes desafios, é crucial garantir que as pe?as moldadas cumprem os padr?es de qualidade exigidos. Sem ?ngulos de inclina??o, as hipóteses de problemas na moldagem por inje??o aumentam, aumentando desnecessariamente os custos de produ??o e prolongando os prazos de entrega. Para além de facilitar a remo??o da pe?a do molde, os ?ngulos de inclina??o oferecem outras vantagens:

  • Reduzir a possibilidade de danificar as superfícies das pe?as durante a eje??o.
  • Assegurar a uniformidade e a integridade das texturas e dos acabamentos das superfícies.
  • Minimizar a deforma??o da pe?a devido à resistência à eje??o.
  • Reduzir o desgaste das pe?as moldadas e diminuir a probabilidade de danos no molde.
  • Reduzir o tempo total de arrefecimento, eliminando ou reduzindo a necessidade de configura??es de eje??o complexas.
  • Redu??o direta e indireta dos custos globais de produ??o.

Princípios de conce??o do ?ngulo de inclina??o

  • Garantir uma eje??o suave
  • Manter a funcionalidade estrutural
  • Satisfazer os requisitos estéticos

Garantir uma eje??o suave:

Após a abertura do molde, a pe?a de plástico deve permanecer no lado do núcleo para facilitar a eje??o final.

A remo??o de uma pe?a de plástico do molde envolve duas etapas:

1. Separa-se da parede da cavidade

A superfície exterior da pe?a de plástico separa-se da parede da cavidade. Normalmente, n?o existem estruturas adicionais que ajudem a esta separa??o, pelo que a fric??o entre a superfície exterior e a parede da cavidade deve ser minimizada.

2. Separa-se da parede do núcleo

A superfície interna da pe?a plástica separa-se da parede do núcleo. O molde utiliza geralmente pinos ejectores, pinos angulares ou placas ejectoras para este efeito. A fric??o entre a superfície interna e o núcleo deve ser maior do que a fric??o entre a superfície externa e a parede da cavidade para garantir que a pe?a permane?a no lado do núcleo durante a abertura do molde.

Uma vez que o plástico tende a encolher em dire??o ao núcleo do molde, criando uma maior tens?o de encolhimento, o atrito entre a superfície interna e o núcleo será maior do que entre a superfície externa e a parede da cavidade, dada a rugosidade consistente e o ?ngulo de inclina??o. ? por este motivo que os machos s?o normalmente concebidos dentro do macho e as cavidades dentro da cavidade, com o lado complexo da pe?a de plástico no macho e o lado relativamente simples (lado da aparência) na cavidade.

Tipicamente CORE e desenhos de cavidades

No entanto, existem excep??es. Por exemplo, se a superfície interna for uma superfície de aparência que n?o pode ter marcas de pinos ejectores, o núcleo estaria na cavidade e a cavidade no núcleo. Para evitar a aderência à cavidade, esta necessita de mecanismos de eje??o auxiliares.

Conce??o de moldes para produtos que n?o permitem marcas de pinos ejectores na superfície exterior

Em alguns casos, as pe?as podem ter superfícies superiores e inferiores semelhantes, sem um lado de aparência distinta. Para estas pe?as, se n?o existirem requisitos específicos, o ?ngulo de inclina??o do núcleo deve ser minimizado enquanto o ?ngulo de inclina??o da cavidade deve ser maximizado (dentro da toler?ncia da pe?a) para assegurar que a pe?a permanece no lado do molde em movimento, evitando a necessidade de mecanismos de eje??o auxiliares na cavidade.

Pe?as simétricas
Pe?as simétricas

Para as estruturas de conce??o ajustável, o núcleo pode ser modificado de modo a que 1/3 fique na cavidade e 2/3 no núcleo, reduzindo o risco de aderência à cavidade.

Conce??o do molde que pode ser optimizada
Conce??o do molde que pode ser optimizada

Determina??o do tamanho do ?ngulo de inclina??o:

N?o existe uma norma unificada para a dimens?o do ?ngulo de inclina??o e os cálculos teóricos s?o um desafio devido à complexidade dos modelos de fric??o e à varia??o dos par?metros de inje??o. A simula??o pode fornecer valores de referência, mas consome muito tempo e recursos, muitas vezes para além das capacidades das oficinas de moldes. A experiência prática é crucial e os engenheiros estruturais têm de compreender este aspeto para incorporar ?ngulos de inclina??o em estruturas críticas durante o projeto, reduzindo a necessidade de modifica??es subsequentes com base no feedback do engenheiro de moldes e evitando problemas desnecessários.

Factores que influenciam a dimens?o do ?ngulo de inclina??o:
  • Características do material: Os plásticos duros requerem ?ngulos de inclina??o maiores do que os plásticos macios, que podem n?o necessitar de ?ngulos de inclina??o devido à sua flexibilidade.
  • Taxa de retra??o: Os plásticos com taxas de retra??o mais elevadas agarram o núcleo com mais for?a, exigindo ?ngulos de inclina??o maiores.
  • Coeficiente de fric??o: Materiais com coeficientes de atrito mais baixos, como PA e POMAs superfícies mais ásperas necessitam de ?ngulos de inclina??o mais pequenos. As superfícies mais ásperas requerem ?ngulos de inclina??o maiores.
  • Espessura da parede: Paredes mais espessas exercem maior for?a sobre o núcleo, necessitando de ?ngulos de inclina??o maiores.
  • Complexidade geométrica: Formas complexas ou pe?as com muitos furos requerem ?ngulos de inclina??o maiores para evitar a necessidade de numerosos pinos ejectores, que devem ser dispostos simetricamente para evitar deforma??es durante a eje??o.
  • 罢谤补苍蝉辫补谤ê苍肠颈补: As pe?as com requisitos ópticos necessitam de ?ngulos de inclina??o maiores.
Gamas específicas de ?ngulos de inclina??o:

A rela??o geométrica para os ?ngulos de projeto é tan?=??tanθ=HX, em que ?θ é o ?ngulo de inclina??o, ?H é a altura da superfície projectada, e ?X é a espessura reduzida da parede ou a conicidade.

A rela??o entre o ?ngulo de estiragem e a altura da superfície de estiragem
A rela??o entre o ?ngulo de estiragem e a altura da superfície de estiragem

Teoricamente, ?ngulos de inclina??o maiores facilitam a eje??o, especialmente para áreas altas (profundas) e de superfície grande que agarram firmemente o núcleo ou a cavidade, exigindo ?ngulos maiores para uma eje??o suave.

No entanto, um maior ?θ significa um maior ?Xo que afecta a conce??o:

1. Para superfícies de aspeto

Um ? maiorX altera significativamente o desenho, podendo desviar-se do aspeto pretendido. Por conseguinte, o ?ngulo de inclina??o deve ser t?o grande quanto possível. Caso contrário, considere o seguinte:

  • As superfícies de alto brilho requerem pelo menos uma corrente de ar de 1° para evitar riscos; se possível, s?o preferíveis valores mais elevados.
  • As superfícies texturizadas requerem pelo menos 3° de inclina??o, dependendo do tipo de textura e da profundidade. Geralmente, a profundidade de 0,001 mm requer 1° a 1,5° de inclina??o.
  • As superfícies rectas necessitam de um esbo?o que considere as linhas de parti??o, que ser?o discutidas numa sec??o subsequente.
2. Para superfícies de nervuras

Um ? maiorX reduz a largura superior ?Ctornando a moldagem por inje??o mais difícil. As nervuras devem ser concebidas mais curtas, permitindo ?ngulos de projeto maiores. Se tal for inevitável, assegurar que ?≥0,2X≥0,2 e ?≥0,6C≥0.6.

O ?ngulo de inclina??o da superfície da nervura
O ?ngulo de inclina??o da superfície da nervura
3. Para bocais de parafuso

O furo interior requer precis?o dimensional. O ?ngulo de saída é pequeno ou nulo, necessitando de pouca rugosidade ou polimento e de uma coloca??o adequada do pino ejetor. A utiliza??o de pinos de núcleo para eje??o evita a necessidade de um ?ngulo de inclina??o, enquanto os pinos ejectores normais requerem um ?ngulo de inclina??o. A altura das saliências dos parafusos n?o deve ser excessiva, com ?ngulos entre 0,5° e 1,0°. O calado deve ser baseado em metade da profundidade de engate da rosca ?L para assegurar um encaixe correto dos parafusos, evitando que fiquem soltos na parte superior e apertados na parte inferior, o que introduz tens?o.

O ?ngulo de inclina??o do furo interior da saliência do parafuso
O ?ngulo de inclina??o do furo interior da saliência do parafuso

4. As outras superfícies internas utilizam um ?ngulo de inclina??o de 1° como linha de base, ajustado com base na altura e na rugosidade, tendo em conta as altera??es na espessura da parede para evitar defeitos de moldagem.

Garantir a funcionalidade estrutural:

Um produto completo é composto por diferentes partes ligadas para formar um todo. O ?ngulo de inclina??o de uma pe?a afecta a própria pe?a e as outras pe?as com as quais está ligada.

1. Impacto nas superfícies de suporte dos parafusos:

A aplica??o de um ?ngulo de inclina??o facilita a eje??o, mas faz com que a superfície de apoio n?o seja perpendicular ao eixo do parafuso, podendo inclinar a pe?a fixa quando apertada.

O impacto na superfície de apoio do parafuso após a elabora??o da pe?a
O impacto na superfície de apoio do parafuso após a elabora??o da pe?a

2. Impacto nos ajustes de interferência:

As pe?as de plástico com correntes de ar correspondentes mantêm a precis?o do ajuste por interferência. No entanto, as pe?as standard (por exemplo, rolamentos, veios) sem ?ngulos de inclina??o devem ser cuidadosamente consideradas. Por exemplo, um pequeno eixo de ajuste por interferência com um furo de coluna perde eficácia se o furo tiver um ?ngulo de inclina??o. A utiliza??o de um pino de núcleo para eje??o mantém o furo sem um ?ngulo de inclina??o.

Conce??o optimizada do ajuste de interferência entre o veio pequeno e o orifício interior da saliência
Conce??o optimizada do ajuste de interferência entre o veio pequeno e o orifício interior da saliência
A pequena área da sec??o transversal da nervura pode n?o necessitar de desenho
A pequena área da sec??o transversal da nervura pode n?o necessitar de desenho

Para encaixes de interferência de rolamentos, os di?metros de furo grandes n?o podem atingir um ?ngulo de inclina??o zero com pinos de núcleo. A eje??o convencional requer um ?ngulo de inclina??o. Por exemplo, os furos de rolamentos grandes necessitam de um ?ngulo de inclina??o interno, enquanto as superfícies das nervuras com áreas pequenas podem n?o necessitar de um ?ngulo de inclina??o, permitindo a eje??o for?ada.

3. Requisitos de concentricidade:

Quando há requisitos de concentricidade para características como d1, d2, d3 e d4, a linha de parti??o deve estar em A-A, com d1 e d2 no mesmo núcleo para garantir a precis?o do molde.

Pe?as com requisitos de concentricidade

4. Efeito sobre o aspeto e a estrutura das linhas de separa??o:

Os furos de passagem comuns s?o formados pelo contacto entre a cavidade e o núcleo em diferentes pontos, criando linhas de separa??o. O desenho do furo de passagem apresenta três beijar gerando linhas de parti??o onde a cavidade e o núcleo se encontram.

Tipos de kiss off
Tipos de beijo
A cavidade beija o núcleo:

A parede interior do orifício, depois de esbo?ada, permanece na cavidade. Este método é normalmente utilizado para orifícios com características de aparência, tais como orifícios de ventila??o, orifícios para altifalantes e orifícios de interface externa. Estes orifícios geralmente n?o permitem que a linha de separa??o ou o flash sejam visíveis na superfície exterior e normalmente requerem chanfros, tornando este método a escolha preferida. No entanto, é importante notar que este método comporta um risco de aderência à cavidade, especialmente quando existem muitos orifícios, tais como orifícios de ventila??o ou de altifalantes. Por conseguinte, se o núcleo n?o tiver uma estrutura suficiente para garantir que a pe?a se mantém no núcleo ao separar o núcleo e a cavidade, é aconselhável utilizar um "kiss off each other", em que a profundidade da cavidade é inferior à profundidade do núcleo.

Orifícios de ventila??o comuns e orifícios para auscultadores
Orifícios de ventila??o comuns e orifícios para auscultadores
O núcleo beija a cavidade:

A parede interna do furo, depois de esbo?ada, permanece no núcleo. Este método é geralmente utilizado para furos que n?o aparecem sozinhos porque a linha de separa??o (flash) está na superfície exterior. Estes furos s?o normalmente utilizados em conjunto com outras pe?as, como por exemplo, com uma pe?a decorativa colocada no meio do furo.

Uma vez que o fulgor dos orifícios formados desta forma se encontra na superfície exterior, se a pe?a decorativa estiver nivelada com o invólucro, quaisquer erros (devido a uma baixa precis?o do molde ou a uma estrutura instável) podem fazer com que n?o fiquem verdadeiramente nivelados, resultando num degrau que pode riscar as m?os. Se ambas as pe?as forem chanfradas no ?ngulo R no exterior, n?o riscar?o as m?os, mas o intervalo parecerá maior. Se apenas a pe?a decorativa for chanfrada no ?ngulo R e a sua superfície for cerca de 0,2 mm mais alta do que a superfície do invólucro, n?o riscará as m?os e a fenda n?o parecerá maior.

Conce??o correcta do molde para evitar riscos
Conce??o correcta do molde para evitar riscos
Beijos de núcleo e de cavidade um do outro:

A parede interna do furo, depois de esbo?ada, permanece tanto no núcleo como na cavidade. Este método é utilizado n?o só para resolver o risco de aderência à cavidade, como mencionado anteriormente, mas também em situa??es em que o furo é bastante profundo. Após a estiragem, os di?metros das extremidades superior e inferior do furo podem diferir significativamente. Para evitar esta situa??o, o núcleo e a cavidade s?o normalmente utilizados para formar o furo, o que é comummente aplicado em estruturas de bot?es, como mostra o diagrama abaixo.

A estrutura da cavidade e do núcleo beija-se mutuamente
A estrutura da cavidade e do núcleo beija-se mutuamente

Garantir os requisitos estéticos:

A necessidade de ?ngulos de inclina??o para as pe?as de aparência depende principalmente do método de desmontagem das pe?as de aparência e do método de eje??o correspondente. Os projectistas com requisitos de aparência rigorosos ter?o em considera??o o estado do projeto e o método geral de desmontagem nas fases iniciais do projeto. Isto porque, quando os engenheiros de estruturas adicionam ?ngulos de inclina??o ao aspeto mais tarde, isso irá afetar o aspeto até certo ponto.

Naturalmente, este impacto tem de ser reconhecido pelo projetista da aparência antes de se avan?ar para o passo seguinte. Caso contrário, o engenheiro de estruturas deve considerar outros métodos de eje??o, preservando o aspeto original. Este processo envolve uma comunica??o e coopera??o constantes entre os engenheiros de estruturas e os projectistas de aparência. Diferentes empresas podem dar uma ênfase diferente à estrutura e ao aspeto, o que leva a diferen?as na qualidade e no custo do produto.

A evolu??o do aspeto da l?mina de barbear
A evolu??o do aspeto da l?mina de barbear

As imagens acima ilustram a evolu??o dos designs típicos dos corpos principais das máquinas de barbear:

Primeira conce??o:

Este é um projeto inicial com um casco superior e um inferior. A linha de separa??o entre os cascos superior e inferior requer ?ngulos de tra??o. Após a aplica??o dos ?ngulos de inclina??o, a jun??o entre as conchas superior e inferior muda ligeiramente e deixa de ser tangencial, pelo que s?o frequentemente adicionadas linhas decorativas para reduzir as arestas vivas que podem causar desconforto.

Segunda conce??o:

Para resolver os problemas do primeiro projeto, foi acrescentada uma concha intermédia, que também serve como elemento decorativo. Isto melhora significativamente o aspeto geral, mas acresce o custo de uma pe?a adicional.

Terceira conce??o:

Trata-se de um estilo minimalista com um corpo principal de uma só pe?a e um aspeto cilíndrico. N?o tem ?ngulos de inclina??o nos lados nem aberturas, preservando completamente o design original. Esta é uma abordagem de design atual muito popular.

Tendências semelhantes aplicam-se aos secadores de cabelo, passando dos tradicionais aos modernos, com designs mais simples, com menos pe?as e menos impacto na aparência a partir de ?ngulos de projeto.

A evolu??o do aspeto do secador de cabelo
A evolu??o do aspeto do secador de cabelo

Moldes de ?ngulo de inclina??o zero:

Alguns produtos de aspeto cilíndrico evitam os ?ngulos de inclina??o para manter a estética. Se o invólucro for metálico, a extrus?o de alumínio permite um ?ngulo de inclina??o nulo nas paredes interior e exterior. No caso de pe?as de plástico, a parede interior continua a necessitar de um ?ngulo de inclina??o, sendo a parede exterior moldada com barras deslizantes laterais, deixando linhas de separa??o que podem ser polidas e pintadas para as ocultar.

Produto de aspeto cilíndrico
Produto de aspeto cilíndrico
Os produtos de forma cilíndrica produzem linhas de soldadura por meio de corredi?as
Os produtos de forma cilíndrica produzem linhas de soldadura por meio de corredi?as

Lápis Apple de 1? gera??o ?ngulo de inclina??o zero:

Lápis da Apple
Lápis da Apple

O corpo do Apple Pencil de 1? gera??o é feito de plástico e apresenta uma sec??o longa com ?ngulo de inclina??o zero nas paredes interior e exterior. Embora as solu??es mencionadas anteriormente possam ser utilizadas para ejetar a parede exterior com ?ngulo de inclina??o zero, a eje??o da parede interior com ?ngulo de inclina??o zero é mais difícil.

De acordo com uma patente registada pela Apple, a solu??o passa pela utiliza??o de um núcleo de molde flexível composto por duas partes: uma manga metálica flexível com ranhuras (FIG. 3) e um núcleo interno metálico (FIG. 5). Esta manga flexível pode deformar-se elasticamente em determinadas condi??es, permitindo-lhe ser retirada da cavidade cilíndrica do Apple Pencil.

Estrutura do lápis de ma?? 01
Estrutura do lápis de ma?? 01
Estrutura do lápis de ma?? 01
Estrutura do Apple Pencil 01

Aplica??o específica:

A manga metálica é feita de metal de baixo atrito e polida na superfície exterior para reduzir o atrito com o plástico. A manga tem uma ranhura contínua, proporcionando-lhe um espa?o de deforma??o elástica. O núcleo interno de metal correspondente tem uma chave elevada e, em conjunto, formam o núcleo do molde (FIG. 6).

Durante o processo de inje??o, o núcleo do molde é primeiro colocado no interior do molde e, em seguida, o molde exterior é fechado (FIG. 9) para completar a moldagem por inje??o. Após a moldagem, o núcleo metálico interno é primeiro removido, criando espa?o para que a manga flexível se deforme elasticamente para dentro. Esta contra??o para o interior faz com que a manga metálica se solte da parede interior da pe?a de plástico até certo ponto, facilitando a retirada da manga da parede interior da pe?a de plástico (a patente utiliza um exemplo de prisma triangular para ilustrar o cilindro de plástico cilíndrico do Apple Pencil).

Resumo:

Por último, voltamos a salientar a import?ncia do ?ngulo de inclina??o. A conce??o correcta do ?ngulo de inclina??o tem um impacto crucial na qualidade do produto e na eficiência da produ??o. Ao compreender os efeitos dos ?ngulos de inclina??o nos produtos e como aplicá-los corretamente no projeto do molde, podemos melhorar o trabalho de projeto do molde, melhorar a qualidade do produto e aumentar a eficiência da produ??o.

James Li Especialista em moldagem por inje??o e prototipagem
Sigam-me:
James Li é um especialista em fabrico com mais de 15 anos de experiência em fabrico de moldes e moldagem por inje??o. Na 天美影院, lidera projectos complexos de NPI e DFM, ajudando centenas de produtos globais a passar da ideia à produ??o em massa. Transforma problemas de engenharia difíceis em solu??es acessíveis e partilha o seu know-how para facilitar o aprovisionamento da China aos compradores.
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