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O que é um deslizador de molde de inje??o?

Publicado em:
19 de abril de 2024
?ltima modifica??o:
julho 15, 2025
Especialista em fabrico de moldes e fabrico de precis?o
Especializada em Moldagem por Inje??o, Maquina??o CNC, Prototipagem Avan?ada e Integra??o da Ciência dos Materiais.
imagem em destaque dos cursores de moldes de inje??o
?ndice

As corredi?as do molde de inje??o s?o um componente muito importante da conce??o do molde. Os cursores e elevadores partilham certas semelhan?as funcionais (em termos estritos, os elevadores fazem parte do sistema deslizante). Para facilitar a compreens?o dos entusiastas dos moldes, explicarei os sliders e os lifters separadamente. Os interessados podem clicar no link para a página dos elevadores para saber mais sobre os elevadores.

O que é um cursor no molde de inje??o

Nos produtos moldados por inje??o, é comum encontrar muitos produtos com um grande número de ranhuras, orifícios ou estruturas de subcota??o. Sabemos que durante o processo de moldagem por inje??oDepois de as pe?as serem moldadas, o núcleo e a cavidade têm de ser abertos e o produto é ejectado utilizando pinos ejectores para retirar a pe?a do molde. No entanto, se a pe?a tiver cortes inferiores, orifícios ou ranhuras, isso impede que o núcleo e a cavidade se separem normalmente. Nesses casos, é necessária uma corredi?a de molde de inje??o para ajudar na desmoldagem.

Para que todos compreendam melhor, vejamos a imagem seguinte, que mostra uma pe?a com uma estrutura de corte inferior na parte lateral. Isto é muito comum em pe?as moldadas por inje??o.

Pe?as moldadas por inje??o com estrutura de corte inferior
Pe?as moldadas por inje??o com estrutura de corte inferior

Vejamos a vista lateral desta pe?a. A área vazia mostrada na imagem representa a estrutura de corte inferior da pe?a. Se o núcleo e a cavidade fossem separados neste ponto, a pe?a ficaria presa no núcleo e n?o seria desmoldada suavemente.

Vista lateral da pe?a moldada por inje??o com estrutura invertida
Vista lateral da pe?a moldada por inje??o com estrutura invertida

Nesta altura, podemos adicionar um mecanismo deslizante. O deslizador pode ser puxado horizontalmente antes de a pe?a moldada por inje??o ser ejectada, permitindo uma desmoldagem suave. Portanto, n?o é difícil perceber que o controlo deslizante se refere a um componente da estrutura do molde que se pode mover ao longo do eixo do molde. ? normalmente utilizado para ajustar a altura da abertura do molde e ajudar na desmoldagem, entre outras fun??es.

Vista lateral do processo de desmoldagem com o desenho do cursor adicionado.
Vista lateral do processo de desmoldagem com o desenho do cursor adicionado.

A composi??o e o princípio de funcionamento da barra deslizante

Composi??o

Os componentes básicos de um controlo deslizante convencional incluem a base do controlo deslizante, inser??o do cursor, bloco de prensagem, cunha, cavilha angular (cavilha-guia), placa de desgaste, parafuso de fecho e molas. Cada componente tem a sua fun??o específica.

  • Base deslizante: Fixa a corredi?a e suporta a sua press?o operacional e carga de movimento, assegurando que a corredi?a se move ao longo da trajetória correcta e se mantém alinhada.
  • Bloco de imprensa: Suporta e guia a metade superior do cursor. Ajuda a manter a dist?ncia entre a corredi?a e o núcleo, assegurando o funcionamento normal da prensa e a sua precis?o.
  • Cavilha angular (cavilha-guia): Utiliza a sua orienta??o angular para converter o movimento vertical do máquina de moldagem por inje??o durante a abertura e o fecho no movimento horizontal da corredi?a. Isto facilita a extra??o do núcleo da cavidade do molde.
  • Parafuso de fecho: Um componente de parafuso fixado na corredi?a do molde de plástico que controla o curso da corredi?a durante o movimento, impedindo o movimento excessivo ou o movimento para além do intervalo designado, assegurando assim o funcionamento normal do molde.
  • Cunha: Utilizado para comprimir o cursor, impedindo-o de se retrair durante a inje??o devido à press?o da inje??o.
  • Inser??o de cursor: Para pe?as moldadas, especialmente as sec??es de corte inferior de produtos moldados, quando os requisitos de precis?o s?o rigorosos, estas sec??es devem ser transformadas separadamente em inser??es. Isto facilita a futura substitui??o e manuten??o, e s?o fixadas na base do carro.
Componente do diapositivo
Componente do diapositivo

Princípio de funcionamento

O deslizador n?o tem circuitos nem cilindros hidráulicos, de onde vem a sua energia? A fonte de energia do sistema deslizante provém do movimento da coluna de guia angular. Durante o processo de abertura e fecho do molde, a presen?a da coluna de guia angular gera fric??o com a parede interior da corredi?a. Esta for?a de fric??o faz com que todo o sistema deslizante se mova numa dire??o perpendicular à dire??o de desmoldagem.

Todo o sistema deslizante é acionado pelo movimento para cima e para baixo do pino de ?ngulo deslizante.
Todo o sistema deslizante é acionado pelo movimento para cima e para baixo do pino de ?ngulo deslizante.

Princípio de conce??o da corredi?a do molde de inje??o

Capacidade de fabrico razoável

Os componentes do mecanismo deslizante devem ter possibilidade de fabrico razoávelespecialmente as pe?as de moldagem. Os requisitos gerais incluem:

a. Evitar, tanto quanto possível, a forma??o de linhas de soldadura na posi??o do cursor. Se for inevitável, a linha de soldadura deve ser localizada numa parte menos percetível da pe?a de borracha e o comprimento da linha de soldadura deve ser minimizado. Além disso, deve ser utilizada uma estrutura composta sempre que possível, permitindo que a área da linha de soldadura do cursor seja maquinada juntamente com a cavidade.

N?o deve haver linhas de soldadura no sistema deslizante
N?o deve haver linhas de soldadura no sistema deslizante

b. Para facilitar a maquinagem, a pe?a moldada e a pe?a deslizante devem, idealmente, ser fabricadas como uma estrutura combinada.

Resistência e rigidez suficientes

Os mecanismos de deslizamento s?o geralmente concebidos com base na experiência e podem também ser efectuados cálculos simplificados para garantir uma resistência e uma rigidez adequadas, geralmente adoptadas:

a. Dimens?es estruturais máximas. Quando o posicionamento espacial o permitir, os componentes dos cursores devem utilizar as maiores dimens?es estruturais possíveis.

b. Estrutura de conce??o optimizada.

1). Posicionamento na extremidade do pino deslizante mais longo para evitar a flex?o do pino deslizante.

Evitar a flex?o do pino ejetor da corredi?a na conce??o da corredi?a
Evitar a flex?o do pino ejetor da corredi?a na conce??o da corredi?a

2). Alterar a estrutura da cunha para aumentar a resistência das pe?as de montagem do molde.

3). Aumentar o bloqueio para melhorar a resistência da cunha.

Movimento do cursor

Para garantir o funcionamento normal do sistema deslizante, é crucial que, durante a abertura e o fecho do molde, o mecanismo deslizante n?o interfira com outros componentes estruturais e que a sequência de movimentos seja lógica e fiável. Normalmente, s?o recomendadas várias considera??es:

A. Ao utilizar um seletor de cavidades, deve ser assegurada a sequência de abertura do molde.

B. Quando se utilizam cursores hidráulicos, a sequência do corte e do retorno deve ser corretamente controlada; caso contrário, o cursor pode colidir e causar danos.

C. Durante o fecho do molde, é essencial evitar que o sistema deslizante interfira com o sistema ejetor.

Quando as projec??es do sistema deslizante e do sistema ejetor se sobrep?em na dire??o da abertura do molde, é aconselhável repor o sistema deslizante para permitir que o sistema ejetor se reponha primeiro.

D. Quando o pino angular que acciona a corredi?a é comprido, é necessário aumentar o comprimento do pino guia do molde.

O objetivo da extens?o da cavilha-guia é assegurar que, antes de a cavilha angular colocar o sistema deslizante em posi??o, o molde e a cavidade s?o totalmente guiados pela cavilha-guia e pelo casquilho-guia, evitando danos no sistema deslizante durante o fecho do molde.

(4) Assegurar um curso suficiente do cursor para facilitar a desmoldagem das pe?as de borracha

O curso da corredi?a é geralmente calculado com base na profundidade dos furos laterais ou na profundidade dos relevos mais 0,5 a 2,0 mm adicionais. Para os elevadores, é utilizado o valor mais pequeno, enquanto que para outros tipos, é escolhido o valor maior. No entanto, quando se utilizam moldes montados para moldar pe?as como a estrutura do transformador, o curso deve ser maior do que a profundidade dos recessos laterais.

Tempo de vida

O cursor deve mover-se de forma suave e fiável e deve ter suficiente vida útil.

O sistema deslizante utiliza normalmente uma ranhura de guia em forma de T para orienta??o.

Estrutura de guia comummente utilizada
Estrutura de guia comummente utilizada

Quando o sistema deslizante completa a separa??o lateral ou a extra??o do núcleo, o comprimento do bloco deslizante deixado dentro da ranhura da guia n?o deve ser inferior a dois ter?os do seu comprimento total. Se o tamanho da placa do molde n?o puder cumprir o comprimento mínimo de encaixe, pode ser utilizada uma ranhura de guia alargada.

A superfície de guia da corredi?a (ou seja, a superfície de contacto móvel e a superfície de suporte de carga) deve ter dureza e lubrifica??o suficientes. Geralmente, os componentes da corredi?a devem ser tratados termicamente, com uma dureza superior a HRC40. A dureza das pe?as guia deve situar-se entre HRC52 e HRC56, e estas pe?as devem ter ranhuras de óleo maquinadas.

Posicionamento fiável

Depois de o sistema deslizante completar a a??o de separa??o ou de extra??o do núcleo, deve permanecer na posi??o em que o movimento acabou de terminar para assegurar um retorno bem sucedido durante o fecho do molde. Por conseguinte, é necessário um dispositivo de posicionamento fiável, embora um sistema deslizante com elevadores n?o necessite de um dispositivo de posicionamento. Abaixo encontram-se várias formas estruturais normalmente utilizadas.

Estruturas comuns para o posicionamento do seletor
Estruturas comuns para o posicionamento do seletor

Tipo a): Este tipo é normalmente utilizado, mas devido às limita??es das molas incorporadas, a dist?ncia do curso é pequena.

Tipo b) ? adequado para moldes em que, após a instala??o, o cursor é posicionado por cima ou de lado e tem uma dist?ncia de desloca??o maior. Quando a corredi?a está por cima, a for?a da mola deve ser superior a 1,5 vezes o peso da corredi?a.

Tipo c) ? adequado para moldes em que, após a instala??o, o cursor é posicionado lateralmente.

Tipo d) ? adequado para moldes em que, após a instala??o, o cursor é posicionado por baixo e permanece no bloco de rolha pelo seu próprio peso.

James Li Especialista em moldagem por inje??o e prototipagem
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James Li é um especialista em fabrico com mais de 15 anos de experiência em fabrico de moldes e moldagem por inje??o. Na 天美影院, lidera projectos complexos de NPI e DFM, ajudando centenas de produtos globais a passar da ideia à produ??o em massa. Transforma problemas de engenharia difíceis em solu??es acessíveis e partilha o seu know-how para facilitar o aprovisionamento da China aos compradores.
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