O CNC levou o fabrico para o nível seguinte, dando aos fabricantes os meios para atingir uma elevada precis?o, velocidade e flexibilidade no fabrico de pe?as complexas. Os códigos G e M s?o os dois códigos no centro de cada programa CNC que orientam as muitas opera??es que uma determinada máquina pode efetuar. Por conseguinte, é fundamental que os maquinistas e programadores CNC saibam distinguir entre Código G e Código M para o funcionamento correto da máquina.
Neste artigo, discutiremos alguns dos códigos G e M mais comuns, como funcionam num programa CNC típico e porque s?o cruciais para o fabrico.
Código G na programa??o CNC
O código G é essencialmente o código geométrico. ? a forma mais comum de programa??o para CNCs. Indica à máquina como se deve mover - por exemplo, numa linha reta, num movimento circular ou numa velocidade de avan?o.
Essencialmente, os códigos G dizem à máquina CNC onde colocar a ferramenta e como a ferramenta se deve relacionar com a pe?a de trabalho com base no movimento.
Cada código G tem uma a??o ou movimento numa máquina CNC, e um conjunto destes será executado numa ordem sequencial para realizar uma determinada tarefa. Embora a programa??o do código G tenha sido inicialmente desenvolvida para máquinas NC, os seus princípios continuam a ser básicos na maquinagem CNC moderna.
Códigos G comuns e suas fun??es
Vamos analisar alguns dos códigos G mais essenciais na maquinagem CNC:
1. G00: Posicionamento rápido
O comando G00 instrui a máquina a deslocar rapidamente a ferramenta para uma coordenada especificada sem iniciar o corte. ? normalmente utilizado para deslocar a ferramenta para uma posi??o inicial antes do início da maquinagem ou para preparar uma mudan?a de ferramenta. Este é um dos movimentos mais rápidos que a máquina pode efetuar.
2. G01: Interpola??o linear
O comando G01 controla o movimento da ferramenta de corte ao longo de uma linha reta com uma taxa de avan?o especificada. Este comando é frequentemente utilizado para opera??es de corte de precis?o, em que o avan?o é mais lento do que no posicionamento rápido, permitindo uma maior precis?o.
3. G02: Interpola??o circular no sentido dos ponteiros do relógio
O código G02 comanda o movimento da ferramenta no sentido dos ponteiros do relógio. Isto é tipicamente utilizado quando a pe?a requer cortes circulares ou arestas arredondadas.
4. G03: Interpola??o circular no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio
Tal como G02, o comando G03 move a ferramenta numa trajetória circular no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Coletivamente, os maquinistas podem utilizar G02 e G03 para criar formas e perfis curvos complexos.
5. G04: Permanência
O comando G04 diz à máquina para fazer uma pausa ou permanecer durante um tempo especificado. Isto é útil quando a ferramenta de corte precisa de manter a sua posi??o, tal como quando se assegura que o fuso atinge uma velocidade estável ou quando se espera que o líquido de refrigera??o fa?a efeito.
6. G17, G18 e G19: Sele??o do plano
Estes códigos selecionam o plano geométrico em que a máquina irá funcionar:
- G17: Seleciona o plano XY.
- G18: Seleciona o plano XZ.
- G19: Seleciona o plano YZ. Isto é crítico na maquina??o multi-eixo para assegurar que a ferramenta se move dentro dos par?metros espaciais corretos.
7. G43: Corre??o do comprimento da ferramenta
O código G43 compensa o comprimento da ferramenta, permitindo que a máquina tenha em conta diferentes tamanhos de ferramentas durante o funcionamento. Sem isso, ferramentas de comprimentos diferentes poderiam causar imprecis?es na maquina??o.
Lista do código G
| Código G | Grupo | Significado |
| G00 | 01* | Movimento rápido |
| G01 | 01 | Movimento de interpola??o linear |
| G02 | 01 | Movimento de interpola??o CW |
| G03 | 01 | Movimento de interpola??o CCW |
| G04 | 00 | Habita??o |
| G09 | 00 | Paragem exacta |
| G10 | 00 | Entrada de dados programável |
| G11 | 00 | Cancelamento da entrada de dados programável |
| G15 | 17* | Cancelamento de coordenadas polares |
| G16 | 17 | Coordenada polar |
| G17 | 02* | Sele??o do plano XY |
| G18 | 02 | Sele??o do plano ZX |
| G19 | 02 | Sele??o do plano YZ |
| G20 | 06* | Selecionar polegadas |
| G21 | 06 | Selecionar métrica |
| G28 | 00 | Regresso ao ponto de referência |
| G29 | 00 | Regresso do ponto de referência |
| G30 | 00 | Regressar a 2nd ,3rd,4th ponto de referência |
| G31 | 00 | Alimentar até saltar |
| G33 | 01 | Enfiamento |
| G40 | 07* | Cancelamento da compensa??o do cortador |
| G41 | 07 | Compensa??o do cortador à esquerda |
| G42 | 07 | Compensa??o do cortador à direita |
| G43 | 08 | Corre??o do comprimento da ferramenta + |
| G44 | 08 | Corre??o do comprimento da ferramenta - |
| G49 | 08* | G43/G44 anular |
| G50 | 11* | G51 cancelar |
| G51 | 11 | Escalonamento |
| G52 | 00 | Definir o sistema de coordenadas local |
| G53 | 00 | Sele??o n?o modal das coordenadas da máquina |
| G54 | 14* | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 1 |
| G55 | 14 | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 2 |
| G56 | 14 | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 3 |
| G57 | 14 | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 4 |
| G58 | 14 | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 5 |
| G59 | 14 | Selecionar o sistema de coordenadas de trabalho 6 |
| G60 | 00 | Posicionamento unidirecional |
| G61 | 15 | Modal de paragem exacta |
| G64 | 15* | G61 cancelar |
| G65 | 00 | Chamada de macro |
| G68 | 16 | Rota??o |
| G69 | 16* | G68 cancelar |
| G73 | 09 | Ciclo de perfura??o de alta velocidade |
| G74 | 09 | Ciclo de batida com a m?o esquerda |
| G76 | 09 | Ciclo fixo de perfura??o fina |
| G80 | 09* | Cancelamento do ciclo de conservas |
| G81 | 09 | Ciclo de perfura??o |
| G82 | 09 | Ciclo de perfura??o pontual |
| G83 | 09 | Ciclo de perfura??o normal |
| G84 | 09 | Ciclo de roscagem |
| G85 | 09 | Ciclo de aborrecimento |
| G86 | 09 | Ciclo de mandrilagem com paragem do fuso |
| G87 | 09 | Voltar ciclo de aborrecimento |
| G88 | 09 | Ciclo de aborrecimento |
| G89 | 09 | Ciclo de perfura??o e de paragem |
| G90 | 03* | Absoluto |
| G91 | 03 | Incremental |
| G92 | 00 | Definir coordenadas de trabalho |
| G94 | 05* | Alimenta??o por minuto |
| G95 | 05 | Alimenta??o por rota??o |
| G96 | 13 | Velocidade de superfície constante |
| G97 | 13* | Cancelamento da velocidade de superfície constante |
| G98 | 10* | Retorno ao ponto inicial |
| G99 | 10 | R regresso do avi?o |
Lista de códigos G em torno
| Código G | Grupo | Significado |
| G12.1 | 21* | Cancelamento da interpola??o de coordenadas polares |
| G13.1 | 21 | Interpola??o de coordenadas polares |
| G70 | 00 | Ciclo de acabamento |
| G71 | 00 | Remo??o de material no torneamento |
| G72 | 00 | Remo??o de existências no revestimento |
| G73 | 00 | Ciclo de repeti??o de padr?es |
| G74 | 00 | Ciclo de perfura??o com broca de topo |
| G75 | 00 | Ciclo de corte longitudinal |
| G76 | 00 | Ciclo de corte de rosca múltipla |
| G83 | 10 | Ciclo para perfura??o de face |
| G84 | 10 | Ciclo para a roscagem à face |
| G85 | 10 | Ciclo para o aborrecimento facial |
| G87 | 10 | Ciclo para perfura??o lateral |
| G88 | 10 | Ciclo para a abertura de roscas laterais |
| G89 | 10 | Ciclo para perfura??o lateral |
| G98 | 05* | Alimenta??o por minuto |
| G99 | 05 | Alimenta??o por rota??o |
O que é o código M na programa??o CNC?
Enquanto os códigos G especificam os movimentos da máquina, os códigos M ou Códigos Diversos controlam as opera??es auxiliares da máquina. Isto inclui o líquido de refrigera??o, a opera??o de ligar/desligar o fuso e a paragem no caso de um programa estar concluído. Os códigos M actuam como interruptores, ligando ou desligando os componentes da máquina conforme necessário.
Tal como os códigos G, os códigos M s?o essenciais para garantir o bom funcionamento do CNC, especialmente no que diz respeito às actividades n?o relacionadas com o corte, que continuam a ser críticas para o processo de maquinagem.
Códigos M comuns e respectivas fun??es
Vamos explorar alguns dos códigos M frequentemente utilizados na maquinagem CNC:
1. M00: Paragem do programa
O código M00 interrompe a execu??o do programa atual. Ao contrário de uma paragem de emergência, a máquina pára de forma controlada e o operador pode retomar o programa manualmente quando estiver pronto.
2. M03: Fuso ligado (sentido horário)
O comando M03 liga o spindle no sentido dos ponteiros do relógio. ? normalmente emparelhado com um comando "S" que especifica a velocidade do fuso, tornando-o um comando fundamental na maquinagem.
3. M05: Paragem do mandril
Este código pára imediatamente a rota??o do mandril. ? frequentemente utilizado antes da troca de ferramentas ou no final de uma maquina??o.
4. M06: Mudan?a de ferramenta
O código M06 é essencial para mudar automaticamente as ferramentas durante o processo de maquinagem. Quando a máquina recebe este comando, vai buscar a nova ferramenta especificada pelo programa (valor T) e instala-a.
5. M08: Líquido de refrigera??o ligado
Este código ligará o sistema de refrigera??o, que é essencial para manter as temperaturas da ferramenta e da pe?a de trabalho durante o processo de corte para um funcionamento suave e um aumento da vida útil da ferramenta.
6. M09: Refrigerante desligado
O comando M09 desliga o fluxo de refrigerante, frequentemente utilizado quando a opera??o de maquinagem está terminada ou durante uma mudan?a de ferramenta.
Lista de códigos M
| Código M | Significado |
| M00 | Parar o programa |
| M01 | Paragem opcional do programa(程序选择停止) |
| M02 | Fim do programa |
| M03 | Eixo para a frente |
| M04 | Invers?o do fuso |
| M05 | Paragem do fuso |
| M06 | Troca de ferramentas |
| M07 | Líquido de refrigera??o ON (Névoa) |
| M08 | Líquido de arrefecimento ligado (inunda??o) |
| M09 | Líquido de refrigera??o desligado |
| M19 | Orientar o fuso |
| M30 | Fim do programa e retrocesso |
| M31 | Transportador de aparas para a frente |
| M32 | Transportador de aparas invertido |
| M33 | Paragem do transportador de aparas |
| M34 | Incrementar a posi??o do espig?o do líquido de refrigera??o |
| M35 | Diminuir a posi??o do espig?o de refrigera??o |
| M36 | Rota??o de paletes |
| M39 | Rodar o revólver da ferramenta |
| M41 | Mudan?a de velocidade baixa |
| M42 | Mudan?a de velocidade alta |
| M50 | Executar a troca de paletes |
| M82 | Desbloqueio da ferramenta |
| M86 | Grampo de ferramentas |
| M88 | Através do líquido de arrefecimento do fuso ON |
| M89 | Através do líquido de arrefecimento do fuso OFF |
| M95 | Modo de suspens?o |
| M96 | Salta se n?o houver entrada |
| M97 | Chamada de subprograma local |
| M98 | Chamada de subprograma |
| M99 | Retorno ou loop de subprograma |
Diferen?as entre os códigos G e M
Embora tanto os códigos G como os códigos M sejam vitais para a programa??o CNC, desempenham fun??es muito diferentes:
- Códigos G: Controlam em primeiro lugar os movimentos geométricos da máquina. Determinam a forma como a máquina-ferramenta se deve deslocar - em linha reta, em curva ou em arco.
- Códigos M: Manuseamento de opera??es auxiliares da máquina que n?o envolvam o movimento físico da ferramenta de corte. Isto inclui o arranque e a paragem do fuso, as mudan?as de ferramenta e o controlo do líquido de refrigera??o.
Enquanto os códigos G gerem o processo de corte real, os códigos M s?o igualmente importantes para garantir que a máquina funciona de forma eficiente, permitindo transi??es suaves de ferramentas e mudan?as de opera??o.
A import?ncia dos códigos G e M na maquinagem CNC
Como mencionado anteriormente, o código G e o código M est?o ambos envolvidos no processo de maquinagem CNC, desempenhando o seu papel na produ??o das pe?as. Ambos os códigos trabalham em conjunto para automatizar e controlar tarefas de fabrico complicadas para uma produ??o precisa e repetível de pe?as por máquinas CNC.
Isto é importante para os maquinistas e programadores que precisam de compreender o código. Embora a maior parte da programa??o seja automatizada nas modernas Software CAD/CAMOs códigos de barras, código G e código M continuam a ser necessários, especialmente quando se efectuam ajustamentos personalizados ou é necessária uma programa??o manual.
Eis porquê.
1. Eficiência e exatid?o
As máquinas CNC podem executar projectos complexos de forma rápida e precisa com uma programa??o de código G adequada. Movimentos precisos da ferramenta, controlados por códigos G, resultam em menos desperdício de material, tempos de maquina??o mais curtos e maior produtividade.
2. Flexibilidade
Uma vez que os códigos M operam fun??es da máquina como a mudan?a de ferramentas e o fluxo do líquido de refrigera??o, a sua existência permite que as máquinas CNC realizem uma grande quantidade de tarefas por si próprias. Isto torna as máquinas CNC versáteis, permitindo-lhes fabricar tudo, desde pe?as simples a componentes aeroespaciais.
3. Automatiza??o
Geralmente, o código G e o código M juntam-se na arte da programa??o CNC, permitindo um processo totalmente automático para a maquinagem. Desta forma, um programa escrito e depois carregado pode fazer com que a máquina execute tarefas complexas com o mínimo de supervis?o, libertando o operador para se ocupar de outras áreas de produ??o.
Programa??o CNC: Códigos G manuais vs. gerados por CAM
Convencionalmente, os maquinistas escrevem os códigos G linha a linha. Este método requer um conhecimento profundo do comportamento da máquina e dos pormenores minuciosos da pe?a maquinada.
No entanto, com ferramentas como o CAM ou Fabrico Assistido por Computador, os maquinistas podem agora realizar as Código G do modelo de conce??o através da automatiza??o, tornando a programa??o mais simples.
Embora o software CAM acelere a gera??o de código e reduza a probabilidade de erros, as competências de programa??o manual continuam a ser fundamentais para afinar as opera??es ou resolver problemas na linha durante a produ??o.
4 Erros comuns na programa??o CNC e como os códigos G e M ajudam a evitá-los
Mesmo com o software CAM avan?ado a gerar a maior parte da programa??o, ainda podem ocorrer erros na programa??o CNC. Embora comuns, estes erros podem levar a pe?as defeituosas, danos na máquina, desperdício de materiais ou mesmo acidentes na oficina.
Vamos explorar alguns erros comuns de programa??o CNC e o papel que os códigos G e M desempenham na resolu??o de cada um deles.
1. Compensa??o incorrecta do comprimento da ferramenta (G43)
Um dos problemas mais frequentes na programa??o CNC é a compensa??o incorrecta do comprimento da ferramenta. Cada ferramenta numa máquina CNC tem um comprimento único e, quando a máquina alterna entre ferramentas, tem de ter em conta esta diferen?a para manter a precis?o do corte.
Se o comando G43 n?o estiver corretamente definido, a máquina pode n?o se ajustar ao comprimento da ferramenta, levando a imprecis?es na profundidade de corte e podendo arruinar a pe?a de trabalho.
Por exemplo, imagine que o programa muda para uma ferramenta mais comprida sem compensar esse comprimento adicional. Como resultado, a ferramenta poderia cortar demasiado fundo no material, danificando a pe?a e possivelmente a própria ferramenta.
Resolu??o
Se surgirem erros devido a uma compensa??o incorrecta do comprimento da ferramenta, volte a verificar o comando G43 e verifique se é utilizado o desvio correto. Para reduzir ainda mais a possibilidade de erro humano, utilize dispositivos de ajuste de ferramentas que me?am e registem automaticamente o comprimento da ferramenta.
2. Bloqueios de seguran?a negligenciados
Um bloco de seguran?a é um conjunto de comandos preliminares concebidos para assegurar que a máquina come?a num estado seguro e conhecido antes de se iniciar qualquer maquina??o real. Os blocos de seguran?a podem incluir paragens do fuso, cancelar a compensa??o da fresa, selecionar o plano correto e posicionar a máquina em coordenadas seguras.
Se o programa n?o incluir este bloco de seguran?a no início, a máquina pode come?ar a funcionar em condi??es inesperadas ou incorrectas, o que pode provocar colis?es, a quebra de ferramentas ou mesmo ferimentos.
Por exemplo, se uma opera??o anterior envolvesse o corte a uma profundidade diferente e o bloco de seguran?a estivesse em falta, a máquina poderia continuar com a profundidade antiga, o que poderia levar a colis?es com dispositivos de fixa??o ou grampos.
Resolu??o
Se faltar um bloqueio de seguran?a ou se este estiver mal ajustado, rever o programa de modo a incluir os códigos G e M essenciais que colocam a máquina em default antes de quaisquer movimentos ou opera??es importantes.
Inicie sempre o programa com um bloco de seguran?a bem construído para garantir as defini??es corretas da máquina e evitar falhas.
3. Avan?o incorreto (G01)
A taxa de avan?o é definida como a velocidade a que a ferramenta de corte se desloca em torno da pe?a de trabalho. A defini??o de uma taxa de avan?o incorrecta pode resultar em vários problemas.
Por exemplo, se a velocidade de avan?o for demasiado elevada, provocará a quebra da ferramenta, o sobreaquecimento ou mesmo a imprecis?o da pe?a, porque é aplicada demasiada for?a à superfície do corte.
Em contrapartida, se a taxa de avan?o for demasiado baixa, a maquinagem n?o será eficiente. O tempo de ciclo também será mais longo e o acabamento da superfície será mau porque a ferramenta irá friccionar em vez de cortar.
Agora, suponhamos que a taxa de avan?o é demasiado baixa na maquinagem de precis?o. Isto resultará na acumula??o de material na aresta de corte, deteriorando a qualidade da superfície maquinada e aumentando o desgaste da ferramenta.
Resolu??o
Se tiver sido definida uma taxa de alimenta??o incorrecta, o seu ajuste através do código F no comando G01 pode resolver o problema.
O software CAM pode calcular automaticamente a taxa de avan?o ideal com base nas propriedades do material e na geometria da ferramenta, mas poder?o ser necessários ajustes manuais para uma afina??o fina. Verifique sempre a taxa de avan?o durante a primeira execu??o do programa.
4. Códigos G e M n?o coincidentes
Cada bloco de código CNC contém normalmente um código G e um código M. A utiliza??o de vários códigos G ou M num único bloco pode confundir a máquina, uma vez que esta pode n?o saber qual o comando a que deve dar prioridade, resultando num comportamento inesperado.
Por exemplo, a combina??o de comandos como G02 (interpola??o circular no sentido dos ponteiros do relógio) e G01 (interpola??o linear) no mesmo bloco pode fazer com que a máquina n?o execute corretamente o movimento pretendido.
Além disso, surgem problemas quando códigos M contraditórios s?o utilizados em conjunto. Por exemplo, o emparelhamento de M03 (fuso no sentido dos ponteiros do relógio) com M05 (paragem do fuso) no mesmo bloco pode confundir a máquina sobre se deve iniciar ou parar o fuso, levando a uma opera??o inconsistente.
Resolu??o
Se os códigos incompatíveis provocarem o mau funcionamento da máquina, o programa deve ser revisto para separar os códigos incompatíveis em blocos distintos. A revis?o cuidadosa do código antes de o executar na máquina ajudará a detetar precocemente potenciais conflitos.
Conclus?o
Atualmente, o código G e o código M est?o no centro das opera??es de maquinagem CNC. Por conseguinte, compreender o código G e o código M é essencial para criar software CAM e código manual. Desta forma, é possível operar máquinas CNC de forma mais eficiente e precisa.
Atualmente, à medida que a tecnologia por detrás das máquinas CNC continua a evoluir, o domínio destes códigos fundamentais continua a ser um dos meios mais críticos para desbloquear todo o potencial da maquinagem CNC.
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