A rebitagem de pe?as metálicas, também conhecida como liga??o de rebites, é um termo mec?nico que envolve a utiliza??o de for?a axial para deformar a haste do rebite no interior do orifício do rebite, formando uma cabe?a de rebite e ligando assim várias pe?as.
A rebitagem de pe?as de plástico envolve componentes de plástico como corpo principal, enquanto as pe?as ligadas podem ser componentes de plástico, pe?as de metal (por exemplo, chapas de metal), componentes eléctricos (por exemplo, PCB), tecidos (por exemplo, tecido de malha), etc. Ao contrário da rebitagem metálica, que requer rebites adicionais ou postes de rebites, a rebitagem plástica utiliza diretamente estruturas plásticas, como colunas ou nervuras, que crescem a partir do corpo plástico. Estas estruturas atravessam as pe?as ligadas e as colunas ou nervuras salientes s?o aquecidas, amolecidas e moldadas sob a press?o da cabe?a de rebitagem. Uma vez arrefecida, a rebitagem é concluída.

Processos de rebitagem baseados em métodos de aquecimento:
Rebitagem por fus?o a quente:
Este é um método de rebitagem de contacto. Algumas técnicas envolvem a coloca??o de um tubo de aquecimento no interior da cabe?a de rebitagem para aquecer a cabe?a de rebitagem metálica. Isto resulta numa cabe?a de rebitagem metálica maior e numa menor eficiência de aquecimento. Atualmente, a tecnologia comum utiliza princípios de aquecimento por impulsos de alta frequência para permitir que a cabe?a de rebitagem metálica a quente se auto-aque?a, eliminando a necessidade de blocos ou tubos de aquecimento para conduzir o calor. Isto aumenta a eficiência do aquecimento e resulta numa cabe?a de rebitagem metálica mais pequena, tornando-a adequada para mais aplica??es.

Rebitagem a ar quente:
O processo de rebitagem a ar quente utiliza principalmente o ar quente como fonte de aquecimento para aquecer e formar a coluna de rebites. O processo completo inclui duas fases:
Na primeira fase, o ar quente aquece uniformemente a coluna de rebites até um estado maleável. A temperatura estável e o fluxo de ar uniforme s?o cruciais para o aquecimento efetivo da coluna de rebites.
Na segunda fase, a cabe?a de rebitagem a frio pressiona a coluna de rebites amolecida para formar uma cabe?a de rebite firme. Uma vez que a coluna do rebite foi totalmente aquecida e amolecida, a cabe?a do rebite formada pode fixar com seguran?a as pe?as a rebitar. Na rebitagem a frio por ar quente, o ajuste entre a coluna do rebite e os orifícios das pe?as a rebitar n?o deve ser demasiado frouxo. Se a folga for demasiado grande, o plástico amolecido pode preencher as folgas durante o processo de rebitagem, levando a um tamanho insuficiente da cabe?a do rebite.

Rebitagem por ultra-sons:
Este é também um método de rebitagem por contacto. O processo é o seguinte:

Escolher o processo de rebitagem correto: Prós e contras
Vantagens comuns:
- Estrutura simples da pe?a de plástico, reduzindo os custos do molde.
- Processo de montagem simples, sem necessidade de materiais ou fixadores adicionais, elevada fiabilidade.
- Vários pontos de rebite podem ser rebitados simultaneamente, melhorando consideravelmente a eficiência da montagem.
- Adequado para ligar n?o só pe?as de plástico, mas também pe?as de metal e outras pe?as n?o metálicas, especialmente em espa?os limitados.
- As pe?as rebitadas s?o adequadas para vibra??es mec?nicas de longa dura??o e condi??es ambientais extremas.
- Opera??o simples, economia de energia, rápida, com fácil inspe??o visual da qualidade do produto.
Desvantagens comuns:
- Requer equipamento e ferramentas de rebitagem adicionais.
- N?o é adequado para aplica??es de alta resistência ou de carga prolongada.
- Liga??o permanente, n?o adequada para aplica??es amovíveis ou reparáveis.
- Uma vez avariado, é difícil de reparar, o que exige que se considere a redund?ncia na fase de projeto, se necessário.
Compara??o específica de prós e contras:
| Item de compara??o | Rebitagem por fus?o a quente | Rebitagem a ar quente | Rebitagem por ultra-sons |
|---|---|---|---|
| For?a de rebitagem | A cabe?a metálica de fus?o a quente actua diretamente sobre a coluna do rebite, derretendo enquanto pressiona, resultando em elevada tens?o. A resistência pós-rebitagem n?o é fiável e é sensível às vibra??es. | Toda a coluna do rebite é aquecida, o que resulta numa baixa tens?o. A resistência pós-rebitagem é elevada e n?o é sensível às vibra??es. | A cabe?a de soldadura por ultra-sons actua diretamente sobre o poste do rebite com vibra??es de alta frequência, resultando em tens?es elevadas. A resistência pós-rebitagem n?o é fiável. |
| Efeito de fixa??o | A cabe?a de press?o actua sobre a coluna do rebite, amolecendo e pressionando simultaneamente. A raiz da coluna do rebite n?o pode amolecer completamente, levando a lacunas na montagem do produto e a efeitos de fixa??o defeituosos. | Excelente. Toda a coluna de rebites amolece e forma-se rapidamente sob press?o, preenchendo totalmente os espa?os de montagem. | A cabe?a de soldadura actua sobre a coluna do rebite, amolecendo e pressionando simultaneamente. A raiz do poste do rebite n?o pode amolecer completamente, levando a lacunas na montagem do produto e a efeitos de fixa??o defeituosos. |
| Velocidade de rebitagem | Ponta de rebite pequena: 6-10s, ponta de rebite grande: 50-60s | 6-10s aquecimento, 2s arrefecimento | Menos de 5s |
| Flexibilidade do equipamento | O aquecimento e a rebitagem s?o integrados, personalizados em fun??o do produto, o que torna a mudan?a complexa. | O aquecimento e a rebitagem a frio podem ser ajustados de forma independente. O bocal de ar pode ser personalizado de acordo com a coluna do rebite, e a temperatura do ponto do rebite é ajustável de forma independente. | Se se tratar de uma cabe?a de soldadura integrada, a profundidade ou amplitude do ponto de rebite n?o pode ser controlada de forma independente. |
| Aspeto do ponto de rebite | Superfície brilhante e bonita, fácil de desenhar os fios. | Consegue obter brilho, superfície maioritariamente mate, sem trefilagem. | Superfície brilhante e bonita. |
| Adaptabilidade dos materiais | A fibra de vidro pode precipitar, afectando o aspeto. | Pode rebitar quase todos os materiais termoplásticos comuns e materiais de fibra de vidro. | N?o é possível ou difícil rebitar materiais de fibra de vidro. |
| Impacto no produto | Rebitagem por aquecimento por contacto, o calor da cabe?a de fus?o a quente pode afetar os componentes ou a superfície do produto perto do poste do rebite. | Rebitagem por aquecimento sem contacto, n?o danifica os componentes nem o aspeto do produto. | Rebitagem de aquecimento por vibra??o, as vibra??es podem danificar os componentes. |
| Custo do equipamento | Baixa | 惭é诲颈辞 | Elevado |
Outros aspectos:
Rebitagem por fus?o a quente:
As vantagens s?o evidentes. A cabe?a do rebite aquece simultaneamente a coluna do rebite e forma a cabe?a do rebite. Isto permite um design de equipamento muito compacto, especialmente adequado para pequenos componentes com colunas de rebites de plástico muito espa?adas.
No entanto, existem também desvantagens significativas. Se a cabe?a do rebite n?o arrefecer completamente, o calor residual pode fazer com que o plástico adira à cabe?a do rebite, resultando em filamenta??o. A cabe?a do rebite precisa de ser substituída com frequência. N?o é adequado para colunas de rebites maiores porque se torna cada vez mais difícil transferir o calor da superfície para o centro e para o fundo da coluna de rebites, causando potencialmente um fenómeno de núcleo frio e um preenchimento insuficiente do espa?o entre a coluna de rebites e a pe?a ligada. Para além disso, os produtos fabricados com rebitagem a quente tendem a ter uma tens?o residual relativamente elevada e uma resistência ao arrancamento inferior. Por conseguinte, n?o é adequado para produtos com elevados requisitos de posicionamento e fixa??o.
Rebitagem a ar quente:
Uma vez que a coluna de rebites de plástico é uniformemente aquecida num ambiente de ar quente de alta temperatura, a coluna de rebites de plástico amolece completamente de dentro para fora, reduzindo eficazmente o stress interno após a forma??o. Na segunda etapa, a cabe?a de rebitagem a frio pressiona e forma o material plástico completamente amolecido, que pode preencher rapidamente mais de 90% do espa?o de montagem entre a pe?a conectada e a coluna de rebites, alcan?ando um efeito de fixa??o muito bom.
Rebitagem por ultra-sons:
A for?a de rebitagem e o efeito de fixa??o s?o semelhantes aos da rebitagem por fus?o a quente. No entanto, como a rebitagem por ultra-sons gera calor através da fric??o, uma vez formado o ponto de rebite, o gerador de ultra-sons deixa de funcionar. Ao contrário da rebitagem por fus?o a quente, a cabe?a de soldadura por ultra-sons n?o transporta calor, reduzindo a probabilidade de filamenta??o. A rebitagem por ultra-sons é também a que demora menos tempo.
Ao utilizar a rebitagem ultra-sónica, a coluna de rebites n?o deve ser concebida em planos com diferen?as de altura significativas, uma vez que isto pode causar diferen?as de amplitude em vários pontos de rebites, levando a taxas de aquecimento irregulares e colunas potencialmente soltas ou degradadas. A dist?ncia de distribui??o das colunas também é limitada se for utilizada uma única cabe?a de soldadura. Em contraste, os processos de rebitagem por fus?o a quente ou por ar quente permitem que as colunas de rebites sejam projectadas em diferentes planos e podem alcan?ar a rebitagem de vários pontos de uma só vez, mesmo em dist?ncias consideráveis.
Adaptabilidade do material:
A rebitagem só é adequada para plásticos termoplásticos, que podem fundir dentro de um intervalo de temperatura específico. Os plásticos termoendurecíveis endurecem a uma determinada temperatura e s?o difíceis de rebitar utilizando os três métodos acima descritos. Por conseguinte, as pessoas escolhem frequentemente os plásticos termoplásticos para a rebitagem e as estruturas dos produtos envolvem frequentemente plásticos termoplásticos.
Os plásticos termoplásticos dividem-se ainda em plásticos amorfos (também conhecidos como n?o cristalinos) e plásticos cristalinos (também conhecidos como semi-cristalinos).
Plásticos n?o cristalinos:
Estes possuem arranjos moleculares desordenados e uma temperatura distinta (Tg, temperatura de transi??o vítrea) em que o material amolece gradualmente, derrete e flui. Estes plásticos s?o adequados para os três processos de rebitagem.
Plásticos semi-cristalinos:
Estes têm arranjos moleculares ordenados com um ponto de fus?o (Tm) e um ponto de recristaliza??o claros. Antes de atingir o ponto de fus?o, os plásticos semi-cristalinos permanecem sólidos. Quando a temperatura atinge o ponto de fus?o, as cadeias moleculares come?am a mover-se e o plástico come?a a derreter. Se o calor diminuir, o plástico solidifica-se rapidamente.
Devido à dupla fun??o de aquecer a coluna do rebite e formar o ponto do rebite, os plásticos semi-cristalinos s?o mais adequados para a rebitagem por fus?o a quente.
Os plásticos semi-cristalinos têm uma estrutura molecular regular, tipo mola, que absorve facilmente a energia de vibra??o ultra-sónica de alta frequência, dificultando a gera??o de calor na junta do rebite. Os plásticos semi-cristalinos têm frequentemente pontos de fus?o elevados, exigindo energia ultra-sónica suficiente para derreter o plástico. Por conseguinte, s?o mais difíceis de rebitar do que os plásticos n?o cristalinos. Conseguir uma maior qualidade de rebitagem para plásticos semi-cristalinos requer a considera??o de mais factores, tais como maior amplitude, design adequado da junta, contacto da cabe?a de soldadura, dist?ncia de soldadura e dispositivos de soldadura. Para concentrar a energia ultra-sónica, a parte superior da coluna de rebites deve ser concebida de modo a minimizar o contacto inicial com a cabe?a de soldadura.

As propriedades adicionais do material que afectam a rebitagem ultra-sónica incluem a dureza (uma dureza mais elevada melhora geralmente a rebitagem ultra-sónica), o ponto de fus?o (pontos de fus?o mais elevados requerem mais energia ultra-sónica) e a pureza (uma pureza mais elevada das matérias-primas aumenta os efeitos da rebitagem, enquanto as impurezas nos materiais reciclados reduzem o desempenho).
Plásticos com cargas (por exemplo, fibras de vidro):
Os plásticos com cargas têm diferen?as significativas nos pontos de fus?o entre o plástico e as cargas. Para a rebitagem por fus?o a quente, o controlo da temperatura dentro de ±10° é crucial; temperaturas elevadas provocam a precipita??o de fibras de vidro do plástico, levando à ades?o e a superfícies rugosas, enquanto que temperaturas baixas provocam fissuras e forma??o a frio. Para a rebitagem por ultra-sons, é necessária uma maior energia de vibra??o para fundir o plástico. O elevado teor de carga resulta em resíduos e desprendimento nos pontos de rebitagem, reduzindo a for?a e a fiabilidade da rebitagem.
Quando o conteúdo de carga é inferior a 10%, pode n?o afetar significativamente as propriedades do material. Os enchimentos (por exemplo, fibras de vidro) s?o benéficos para a rebitagem de materiais macios como PP, PE e PPS. O conteúdo de enchimento entre 10%-30% reduz a for?a de rebitagem, enquanto que o conteúdo acima de 30% afecta significativamente o desempenho da rebitagem.
Colunas de rebites comuns e cabe?as de rebites
1. Cabe?a de rebite semicircular (perfil grande)

1). Adequado para di?metros de coluna de rebites (D1) inferiores a 3 mm, de preferência superiores a 1 mm para evitar roturas.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente (1,5-1,75) * D1.
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 2 * D1, e a altura (H2) é cerca de 0,75 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). Este tipo é o mais utilizado, geralmente para situa??es com requisitos de baixa resistência, como placas de circuito impresso e pe?as decorativas de plástico.

2. Cabe?a de rebite semicircular (perfil pequeno)

1). Adequado para di?metros de coluna de rebites (D1) inferiores a 3 mm, de preferência superiores a 1 mm para evitar roturas.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente 1,0 * D1.
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 1,5 * D1, e a altura (H2) é cerca de 0,5 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). Este tipo tem um tempo de rebitagem mais curto do que a cabe?a de rebite semi-circular de perfil grande, geralmente utilizada em situa??es com requisitos de baixa resistência, tais como fitas macias de FPC e pe?as de molas metálicas.

3. Cabe?a de rebite semicircular dupla

1). Adequado para di?metros de coluna de rebites (D1) entre 2-5mm.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente 1,5 * D1.
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 2 * D1, e a altura (H2) é cerca de 0,5 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). Este tipo tem uma coluna de rebites ligeiramente maior do que o tipo de cabe?a semi-circular. Para encurtar o tempo de rebitagem e obter melhores resultados de rebitagem, é utilizado um método de cabe?a semi-circular dupla, geralmente para situa??es que requerem uma maior resistência de fixa??o.
5). Os centros da coluna do rebite e da cabe?a de rebitagem a quente do molde devem alinhar-se para obter uma cabe?a de rebite com uma forma perfeita.

4. Cabe?a de rebite anular

1). Adequado para di?metros de coluna de rebites (D1) superiores a 5 mm.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente (0,5-1,5) * D1, sendo que os di?metros maiores tomam o valor mais baixo. O di?metro interno é 0,5 * D1 (para evitar o encolhimento na parte de trás da coluna).
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 1,5 * D1, e a altura (H2) é cerca de 0,5 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). ? medida que o di?metro da coluna de rebites aumenta, para encurtar o tempo de rebitagem e obter melhores resultados, evitando defeitos de retra??o no lado posterior, s?o utilizadas colunas de rebites ocas, geralmente para situa??es que exigem uma maior resistência de fixa??o.
5). As colunas de rebites ocas s?o aquecidas uniformemente por dentro e por fora, facilitando a obten??o de uma cabe?a de rebite com uma forma perfeita.

5. Cabe?a de rebite plana

1). Adequado para di?metros de coluna de rebites (D1) inferiores a 3 mm.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente 0,5 * D1.
3). O di?metro (D2) e a altura (H2) da cabe?a do rebite devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). A pe?a ligada tem de ter uma espessura suficiente para o escareamento; caso contrário, a liga??o n?o será fiável e n?o terá for?a de fixa??o suficiente.
5). As cabe?as de rebite planas s?o adequadas para situa??es em que a cabe?a do rebite formada n?o deve sobressair da superfície.

6. Cabe?a de rebite com nervuras

1). O di?metro da base da coluna de rebites (D1) deve ser inferior a 3 mm, com um di?metro superior (D3) de (0,4-0,7) * D1.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente (1,5-2) * D1, e H1 deve ser inferior ao comprimento da coluna de rebites (L).
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 2 * D1, e a altura (H2) é cerca de 1,0 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). Utilize cabe?as de rebite com nervuras quando necessitar de uma maior área de contacto para a cabe?a do rebite e n?o houver espa?o suficiente para conceber uma coluna de rebite oca.

7. Cabe?a de rebite flangeada

1). O di?metro da base da coluna de rebites (D1) deve ser inferior a 3 mm, com um di?metro superior (D3) de (0,3-0,5) * D1.
2). A altura da parte saliente da coluna de rebites (H1) é geralmente (1,5-2) * D1, e H1 deve ser inferior ao comprimento da coluna de rebites (L).
3). O di?metro da cabe?a do rebite (D2) é geralmente cerca de 2 * D1, e a altura (H2) é cerca de 1,0 * D1. Os números específicos devem ser baseados na convers?o de volume S_cabe?a = (85%-95%) * S_coluna.
4). As cabe?as de rebite flangeadas s?o adequadas para situa??es que exijam o engaste ou o envolvimento da pe?a ligada.
Dicas: Pretende explorar vários tipos de rebites e as suas aplica??es específicas? Consulte o nosso guia detalhado sobre tipos de rebites.
Notas:
Se a coluna de rebites estiver numa superfície inclinada ou for elevada a partir da base, projecte-a da seguinte forma:


Uma vez que a rebitagem é uma liga??o permanente e difícil de reparar quando falha, podemos projetar a redund?ncia na estrutura, se necessário. Por exemplo, duplicar o número de colunas e orifícios de rebites, utilizar primeiro as colunas de rebites amarelos e, se for necessário reparar, utilizar as colunas de rebites brancos para uma segunda oportunidade de repara??o.










